Instituto Formiga Karioca.

at Rua Barão de Macaúba , 25220-685

O Instituto Formiga Karioca nasceu de uma necessidade de levar aos cidadãos o conhecimento de direitos não conhecidos, estimulando a lutar por eles.


Instituto Formiga Karioca.
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Alguns números preocupantes A cada minuto, uma mulher morre no mundo por complicações relacionadas à gravidez ou ao parto; são 1.600 mulheres por dia, quase 600 mil por ano, sendo que 99% dessas mortes acontecem nos países em desenvolvimento. Apenas na região da América Latina e Caribe morrem anualmente mais de 22 mil mulheres por causas maternas. Cerca de um milhão de crianças ficam órfãs a cada ano em razão de morte materna. Essas crianças têm risco de 3 a 10 vezes maior de morrer antes de completarem dois anos do que aquelas que vivem com a mãe e o pai. A cada minuto, 380 mulheres ficam grávidas, sendo que 190 dessas gestações são indesejadas e/ou não planejadas. Em 2000, o risco de uma mulher morrer por causas relativas a gravidez, parto ou aborto inseguro era de: 1 em 20, na África; 1 em 94, na Ásia; 1 em 160, na América Latina e Caribe; 1 em 2.400, na Europa. Fonte: OMS/UNICEF/FNUAP, "Estimativas do número de mortes maternas, risco de morte materna e razão de mortalidade materna para o ano 2000".

Published on 2014-06-25 00:33:19 MSK

Mais que o nome na placa Alyne, uma mulher negra e jovem, da Baixada Fluminense teve a sua vida interrompida por conta da mortalidade materna causada 10396541_4220102717071_2070740954_npor atendimento inadequado, com isso o Estado Brasileiro foi condenado pelo Comitê CEDAW (Comitê pela Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra a Mulher – Nações Unidas), em 2011 sendo acusado da morte de Alyne, e dez anos depois de sua morte a sua família foi indenização pelo governo. Alem disso, Alyne teve uma homenagem póstuma com o seu nome colocado em uma Unidade de Terapia Intensiva de uma Maternidade do Rio de Janeiro. No entanto entre homenagens e indenizações outras “Alynes” estavam tendo o seu direito a saúde reprodutiva violado com a falta de acesso ao serviço de saúde na hora do parto, e que infelizmente a Rede Cegonha, estratégia que o Governo Brasileiro resolveu implementar para a melhoria da saúde materna, ainda não conseguiu impactar na melhoria do acesso de algumas mulheres, principalmente das negras, quilombolas e da zona rural.

Published on 2014-06-25 00:55:43 MSK

Por que lutamos por casa de parto : . Mulher que perdeu filho após parto em recepção recebe alta em Santo Antônio de Jesus, Bahia. Sem atendimento, mulher dá à luz em frente a hospital no Rio. Uma dona de casa de 22 anos deu à luz deitada em frente ao Hospital Municipal Barata Ribeiro, na Mangueira, Rio de Janeiro. Racismo adoece e mata. Nos casos acima citados pode observamos que as mulheres mais impactadas pela violação do direito no acesso aos serviços de saúde são as mulheres negras, de periferia, de zona rural, ou seja, todas as interseccionalidades em que as opressões de raça, gênero e lugar operam para negar o direito a vida e a cidadania das mulheres negras. Odara – Instituto da Mulher Negra

Published on 2014-06-25 01:02:54 MSK

O que mudou de 2010 para hoje 2014??????????? Caxias no topo da lista de mortalidade materna do Ministério da Saúde As mães de Duque de Caxias são as que mais morrem na Baixada, seja durante a gravidez, em função de aborto, no parto ou até 42 dias após a realização da cirurgia. Em 2010, nove mulheres morreram no município, segundo dados do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde. Lá é onde são realizados mais partos por mês na Baixada (900). — Não me surpreendo com o fato de os municípios da Baixada terem índices altos de mortalidade materna. Isso mostra a falência do pré-natal. As unidades são fundamentais para as mulheres grávidas — alerta o ginecologista e obstetra Luís Fernando Moraes, assessor da presidência do Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (Cremerj). Para a obstetra Vera Fonseca, vice-presidente do Cremerj, o problema não se resume à falta de leitos: — Não é só o número de maternidades, mas o suporte básico. A mortalidade acontece devido ao quadro de hipertensão arterial, hemorragia e infecção. Não basta ter maternidade. É necessário ter unidades intensivas, bancos de sangue e infraestrutura para que as pacientes possam ser bem atendidas. Nos municípios de Guapimirim e Paracambi não foram registradas mortes maternas em 2010, segundo o Ministério da Saúde. No primeiro município há nove leitos no Hospital José Rabello de Mello. Já em Paracambi são 12 na Casa de Saúde Nossa Senhora Aparecida. Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/rio/baixada-fluminense/caxias-no-topo-da-lista-de-mortalidade-materna-do-ministerio-da-saude-

Published on 2014-06-25 01:21:21 MSK

Pari + Parei : Quando uma mulher entra em trabalho de parto, sua glândula hipófise começa a produzir ocitocina, para contrair o útero e formar o vinculo entre mãe e filho, ou seja, para que naquele momento, ambos se reconheçam e que o amor se insta-le e cresça dentro deles. E assim, a mulher se sinta motivada para cuidar, alimentar e reeducar seu filho. E a criança que nasceu reconheça e respeite esta mulher, pois apesar das correções sabe que ela o ama, e que ele também a ama, mesmo sem saber explicar. Afinal, esta é a primeira lição que a Mãe natureza nos ensina, o AMOR. Pois, somos frutos e nascemos embebidos em muito amor.

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